Postagens

Piso de mármore de igreja de 800 anos é descoberto para visitantes

Chão de mosaicos da Catedral de Siena levou 500 anos para ser feito.  Desenhos ficam destampados apenas algumas semanas do ano. Considerado uma obra de arte tão valiosa como o edifício onde se encontra, o piso da Catedral de Siena , na região italiana da Toscana, fica recoberto a maior parte do tempo. Apenas uma vez por ano ele é destampado e os visitantes podem apreciá-lo por algumas semanas, neste ano, esse período começou no último dia 18 de agosto e vai até 27 de outubro. O piso é feito de mármore com desenhos em mosaico, muitos deles representando passagens bíblicas. Diversas gerações de artistas italianos renomados participaram de sua construção, que durou 500 anos, iniciando-se em 1300 e terminando por volta de 1800. O pintor Giorgio Vasari (1511-1574) classificou a obra como o piso “mais lindo, maior e magnífico” que jamais foi feito. A catedral, que tem mais de 800 anos de idade, recebe cerca de um milhão de visitantes por ano. O ingresso custa 7 ...

Gerando Bem Estar pelo Ayurveda

Imagem

Ensino religioso: Quando Deus se torna disciplina na rede de ensino - Por Luana Fernandes

Quão difícil é ensinar religião a alunos do Ensino Fundamental da rede pública? Como tratar de um assunto que é tão complexo até para os adultos?  O professor Marco Antônio Marques Lopes, na profissão há 34 anos e há 14 lecionando na Escola Municipal Professor Florestan Fernandes , em Santos, diz que descobriu uma fórmula. O sucesso de suas aulas é perceptível para quem assiste a relação entre o professor e os alunos. Abraços, sorrisos e descontração mostram que o ensino vai além das quatro paredes das salas de aula. Há cinco anos lecionando a aula de Ensino Religioso, Lopes acredita que todas as aulas deveriam ser desta forma.  “Eles não têm nota. Só tem frequência. É uma disciplina como outra qualquer, a diferença é que ela não reprova. Aliás, seria interessante que todas as matérias fossem assim. Isso é muito interessante. O aluno é obrigado assistir, como outra qualquer, só que não tem atividade para nota. As atividades que eu tenho são a criação de alguns te...

Pesquisa aponta mudança no perfil de adeptos de religiões afro-brasileiras – Por Milton Rodrigues

Um ato de violência marcou profundamente a cidade de Maceió em 1º de fevereiro de 1912. Naquele tempo, babalorixás e yalorixás foram espancados e assassinados durante o período de repressão e intolerância religiosa que pairava sobre todo o Estado. Era um período de perseguição e de medo orquestrado por uma elite econômica que disputava o poder na esfera política local. Sob o pretexto de caçar possíveis “feiticeiros” e “demônios”, milicianos armados da intitulada Liga dos Republicanos Combatentes profanaram templos e destruíram objetos de cultos sagrados. O evento ficou conhecido como “Quebra de Xangô” e marcou negativamente o nosso estado. Por anos essas religiões foram perseguidas e suas práticas banidas. A intolerância nunca deixou de existir, mas em pleno século XXI, a balança que pendia para a injustiça de uma população marginalizada religiosamente talvez esteja sendo equilibrada. A nova “quebra”, agora se traduz no fim de um padrão e de um possível estereotipo ...

Religião na Cidade - Por Paulo Mendes Pinto e Fernando Catarino

Recebemos recentemente no e-mail da área de Ciência das Religiões, uma mensagem que é muito semelhante a tantas outras que nos vão chegando.  Nela, depois das apresentações habituais, vinha o pedido de alguém que não conseguia rezar e que, por isso, resolveu contactar-nos para aferir se nós lhe poderíamos dar uma ou duas “fórmulas”, leia-se “orações”, para poder estabelecer a sua (re-)ligação ao transcendente. Não sendo essa a nossa função (estudamos religiões, não as ensinamos enquanto prática ou fé), obviamente reflectimos sobre a questão. Não é o caso concreto deste e-mail que nos leva a escrever esta crónica, é sobretudo o que está por trás deste e de outros e-mails semelhantes e que nos mostram uma quebra, por vezes traumática, entre o dia-a-dia, a individualidade vivida no que de específico cada um tem, e um sentido de transcendente muitas vezes comum através de laços culturais.  Perdidos os elos, as identidades, desaprendidos os ritos e as orações, cria-s...

Kátia Abreu: "Marina fez da questão ambiental uma religião" – Por José Fucs

A líder do agronegócio diz que a candidata do PSB sempre tratou o setor com agressividade e elogia a presidente Dilma: “Criei uma interlocução com ela”.  A senadora Kátia Abreu ( PMDB-TO ) é uma das principais porta-vozes do agronegócio. Sua atuação no Congresso em defesa do novo Código Florestal, aprovado em 2012, e contra a criação de áreas de preservação sem dotação orçamentária a aproximou da presidente Dilma Rousseff e despertou contra ela a ira dos ambientalistas.  Segundo Kátia, a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva, indicada como candidata a presidente pelo PSB na semana passada, sempre tratou o agronegócio com antipatia e terá dificuldades para manter o apoio conquistado pelo ex-governador pernambucano Eduardo Campos no setor. “Infelizmente, perdemos Eduardo, e agora Marina é candidata”, diz Kátia. ÉPOCA – O agronegócio nunca teve boas relações com a ex-senadora e ex-ministra Marina Silva e vice-versa. Com...

Padre, pai de santo, espírita e pastor falam sobre verba pública gasta em shows – Por Elverson Cardozo

A polêmica em torno da Quinta Gospel, evento da Prefeitura de Campo Grande , realizado por meio da Fundac (Fundação Municipal de Cultura) , “deu pano para manga”, chegou a outros Estados, fez o Ministério Público entrar na história, gerou debate, revolta e muita citação ao Estado Laico, que preconiza um país de posição neutra no campo religioso e que prevê, acima de tudo, liberdade de crença religiosa aos cidadãos, além de proteção e respeito às manifestações religiosas. Na interpretação de muita gente, os vetos da Fundac às solicitações de artistas espíritas e seguidores da umbanda, por exemplo, configuram um erro grave e representam uma violação a essa garantia constitucional. O certo, dizem alguns em seus argumentos, seria “repartir o pão” , investindo em shows evangélicos, católicos, de artistas espíritas e por aí vai. Outros, no entanto, pregam que dinheiro público não deve, de maneira alguma, ser aplicado em nenhum evento religioso porque converter contribuinte...