sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Por que as religiões encolhem quando o capitalismo avança? - Por Leandro Narloch



Duas teorias tentam explicar por que as igrejas se esvaziam à medida que os cidadãos enriquecem.

Essa é uma questão antiga entre os estudiosos da religião. Com uma ou outra exceção, as religiões entram em declínio quando a economia se desenvolve e a renda dos cidadãos aumenta. A Suécia é um entre muitos bons exemplos: luterana no passado pobre, secular no presente rico. Só 10% dos suecos consideram a religião relevante para a vida.

Pode ser que os dois fenômenos, apesar de acontecerem juntos, não tenham relação entre si. Mas pelo menos duas teorias tentam relacioná-los. A primeira, rascunhada por Max Weber em: A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo e desenvolvida pelo sociólogo Peter L. Berger, defende que a racionalização necessária ao avanço do capitalismo minou crenças místicas e impôs meios seculares de vida. 

Como dizia o economista Joseph Schumpeter, “o processo capitalista racionaliza comportamento e ideias, e desse modo persegue em nossa mente, junto a crenças metafísicas, ideias místicas e românticas de todo o tipo”. Desse ponto de vista, o capitalismo minou a fé e, assim, a frequência à igreja.

Para a segunda teoria, o processo foi inverso: o capitalismo minou a frequência à igreja, e assim a fé. Nessa visão, o mercado resolveu as necessidades materiais e psicológicas que antes levavam as pessoas às missas e à vida comunitária religiosa. A frequência às igrejas caiu porque as pessoas arranjaram outras coisas para fazer, como ir ao cinema ou viajar no fim-de-semana. Em vez de conversar com o padre para resolver problemas emocionais, procuraram um psicólogo.

Qual das duas teorias tem mais poder explicativo? O sociólogo Jochen Hirschle, da Universidade de Innsbruck, na Áustria, encontrou uma resposta compilando centenas de dados de renda, crescimento da economia, frequência a igrejas e crença religiosa de treze países europeus. Descobriu que a relação entre progresso econômico e igreja vazia é mais forte que entre progresso econômico e menor crença. A pesquisa favorece, então, a segunda teoria.


Quando a economia cresce, as pessoas deixam de ir tanto à igreja, mas muitas vezes mantém a fé. Em alguns casos, como na Itália, a fé em Deus aumentou apesar do declínio da frequência às igrejas. Não necessariamente, então, as pessoas ficam menos religiosas quando ricas. Mas encontram outros meios de seguir a religião.




Messiânicos limpam centro histórico como atividade para dia de finados


Em comemoração ao culto dos antepassados, membros da Igreja Messiânica Mundial irão fazer uma limpeza na área externa da Igreja São Francisco.

Como preparação para o dia de finados, os membros da Igreja Messiânica Mundial do Brasil, religião de origem japonesa que já se encontra na Paraíba há 30 anos, vai realizar uma limpeza na parte externa da Igreja São Francisco, no Centro Histórico de João Pessoa, onde fica localizado o Cruzeiro de São Francisco. A atividade acontecerá no domingo, dia 01/11, às 9h.

De acordo com o ministro João Antônio Rocha, responsável pela igreja na Paraíba, o evento tem como objetivo não apenas a limpeza física do espaço, mas pretende também uma purificação espiritual do ambiente, servindo como uma forma de elevação de muitos espíritos que sofreram durante a história paraibana. “O cruzeiro de São Francisco reflete o mundo espiritual da Paraíba”, explica o ministro João Rocha.

O Centro Histórico de João Pessoa foi cenário de passagens importantes da história. Além de refletir uma época de auge econômico, quando os senhores de engenho começaram a migrar para a capital pessoense, ainda durante os séculos XVI e XVII, o local também é conhecido como centro de conflito, já que os índios da região eram impostos à catequese, o que ocasionou diversas mortes de indígenas.

“Ali tem os restos mortais dos jesuítas, considerado baixo clero, e eles impuseram aos índios a catequese. Os índios, a princípio, não aceitaram a religião e essa imposição religiosa gerou conflitos, e é claro que houve mortes de indígenas”, comenta a historiadora Beth Salvia.

Importância dos antepassados


Para a crença messiânica relembrar as raízes tem um significado especial, pois cada ser humano representa a síntese de centenas ou milhares de antepassados. “Somos, portanto, seres intermediários de uma sequência infinita, formando uma existência individualizada no tempo. Em sentido amplo, somos um elo da corrente que une os antepassados com as gerações futuras; em sentido restrito, somos uma peça como a cunha, destinada a firmar a ligação entre nossos pais e nossos filhos”, explica o fundador da religião, Mokiti Okada, conhecido como Meishu-Sama, em um texto escrito em 1936. 




Gisele Marie Rocha, a metaleira muçulmana


De niqab, coberta dos pés à cabeça, sunita e brasileira. A psicóloga de 42 anos, neta de católicos, converteu-se ao Islão mas não deixou de tocar heavy metal. Não tem medo dos fundamentalistas e acaba de formar a sua própria banda.

Num país mais habituado ao biquíni do que à burca, Gisele Marie Rocha admite que o niqab, ocultando -a da cabeça aos pés, fez dela "atracção turística" no Brasil. Psicóloga de 42 anos, nascida em São Paulo, filha de pai advogado e mãe professora, acaba de formar a sua banda de heavy metal. 

Exímia no piano e na guitarra, que estuda desde criança, divorciada e com dois filhos, dedica-se agora integralmente à música, como diz nesta entrevista dada à SÁBADO por email. E é muito clara: "O Islão é a minha religião e a música a minha profissão". 

Neta de católicos alemães, como era a sua vida antes de se converter ao Islão? 

Tive uma forte ligação com a minha família e sempre trabalhei com música, apesar de ser licenciada em Psicologia. Ainda pensei em dedicar-me exclusivamente à Psicologia, mas a música é a minha vocação. Tornei-me muçulmana, em 2009, porque li o Corão. Estudava árabe há alguns meses, e encontrei o Corão, numa edição bilíngue na Internet. Não conhecia nenhum muçulmano. Nunca tinha estado numa mesquita. O Corão levou-me ao Islam [como os muçulmanos consideram correcto dizer Islão]. Sempre fui uma religiosa, mesmo antes do Islam. Tinha fé em Deus. A minha família é católica, mas eu e os meus irmãos seguimos direcções diferentes. 

Antes do Islão pertenceu a outro grupo religioso. Li que a sua mãe ficou contente com a sua conversão porque antes achava que você era "uma bruxa"... 

Antes do Islam, estava numa comunidade de praticantes da Velha Religião ou Bruxaria. Os conceitos eram interessantes e enriqueceram-me em termos de conhecimento, mas discordava deles, indagando se todas aquelas forças da natureza e divindades não poderiam ser diferentes aspectos da personalidade de um Deus único. Isso também me fez distanciar do cristianismo. Eu não aceitava, e queriam que eu nem questionasse, o conceito de Trindade. Reencontrei no Islam a unicidade de Deus. E sim, a minha mãe ficou contente, porque assim ela poderia dizer coisas como "Que Deus te abençoe", e eu não ficaria brava. 

Há muitos convertidos ao Islão no Brasil? 

O número vem crescendo constantemente [cerca de 25%, entre 2001 e 2011, segundo a revista Isto é]. Os últimos números falam em mais de 1 milhão e meio de muçulmanos. A grande maioria, como no resto do mundo, é sunita. Eu sou sunita.

Rezam segregados? 

Seguimos a tradição de separar homens e mulheres durante as orações e acho muito certo. Quando se vai orar não é hora de se distrair com outros assuntos. Isso acontece, sim. Já vi noutros cultos religiosos. 

Porque decidiu usar o niqab e não apenas o hijab, por exemplo? Há no Corão instruções para que as mulheres escondam totalmente o corpo?

Uma activista egípcia, Mona Eltahawy, rejeitou o niqab, dizendo: "Não posso aceitar que quanto mais perto estou de Deus menos Deus me vê". Respeito a opinião dela, mas acredito que Deus pode ver através de um simples pedaço de pano... Não há, no Corão, qualquer descrição de roupa como sendo a mais adequada. É errado aquele que pensa que devemos usar a roupa da época do profeta Muhammad [ou Maomé], já que ele e os seus contemporâneos não usavam a roupa que usamos hoje, sejam femininas ou masculinas. Não há nada sobre o profeta no Corão. O niqab é minha escolha. Começou simplesmente porque me ofereci para ajudar uma amiga a vencer o medo de o usar quando regressou ao Brasil depois de morar alguns anos no Egipto. Ela queria continuar a usar o niqab aqui, e eu acompanhei-a. Senti-me bem. Foi fruto de muita reflexão. Quando comprei o meu primeiro niqab, decidi que o levaria a sério. Desde então, sempre o usei com muito respeito. 

Há várias interpretações sobre o que, para os muçulmanos, significa modéstia. Teoricamente, o objectivo é que as mulheres "não chamem a atenção", mas num país como o Brasil, uma mulher de niqab não chama muito mais a atenção sobre si desta maneira? 

Sim, é verdade, até certo ponto, mas, ao mesmo tempo, não me caracterizo por usar pouca roupa. Usarei o niqab até o fim dos meus dias, Insha’Allah [se Deus quiser].

Num país com temperaturas altas, não é desconfortável? 

O segredo está no facto de a roupa ser larga e os tecidos leves. Sinto-me muito mais confortável do que com jeans apertadas e blusinhas justas. 

Alguma vez se sentiu assediada devido ao niqab? 

Algo estranho acontece comigo e não sei explicar o motivo. Devo ser tão exótica que ultrapassei a barreira do preconceito. Tornei-me uma atracção turística, porque as pessoas, em geral, querem falar comigo. Raramente há algum tipo de preconceito contra mim. Também acredito que recebemos do mundo o que lhe damos. Como sou sempre atenciosa e simpática com todos, como gosto de conversar, as pessoas aproximam-se de mim. Os poucos casos em que fui vítima de preconceito mostraram-me que o problema não está em mim, mas nos preconceituosos. Uma vez eu passava em frente à famosa Galeria do Rock, em São Paulo e, de lá de dentro, três garotas roqueiras cercaram-me. Diziam-se muito felizes por conhecerem uma "mulher egípcia"! Tiraram muitas fotos comigo, mas falavam tanto que foram embora sem que eu conseguisse explicar-lhes que sou muçulmana mas brasileira. Foi muito engraçado. 

Não é um paradoxo usar um tipo de vestuário dos primórdios do Islão, como se tivesse parado no tempo, enquanto a sua música e os instrumentos que toca são uma vanguarda de modernidade? 

O meu vestuário não vem dos primórdios do Islam. Também não acho que o metal e a guitarra sejam vanguarda de modernidade. A música, a grande música, que é o meu foco, é intemporal e universal. Esta mistura de vários elementos é algo que me fascina, e que está também presente na cultura do meu país.

Muitos muçulmanos radicais, como os talibãs e os wahhabitas, renegam a música como haram (proibida). O que acha disto? 

Sigo o Islam tradicional, portanto, não tenho nada a ver com os talibãs e o wahhabismo. Sinceramente, não ligo para o que pessoas assim pensam. Não tenho medo. 

Quando começou a tocar e por que se dedicou ao heavy metal? 

Comecei a estudar piano clássico aos 8 anos. Sempre tive uma forte ligação com a música erudita. Passei para o violão depois de ter começado a estudar piano. Aos 11 anos, virei-me para a guitarra eléctrica. O heavy metal é o estilo que mais se aproxima da música erudita. Não é fácil tocar heavy metal. Estudo música durante 6 horas, todos os dias. 

E a escolha da guitarra? 

A Polka, a minha guitarra, é baseada na Karl Sandoval Polka Dot V, uma das principais guitarras de Randy Rhoads [1956-1982, tocou com Ozzy Osbourne e os Quite Riot], o músico que eu mais amo e que mais influência exerce sobre mim. Mas não é uma réplica da guitarra do Randy. É diferente em vários aspectos técnicos. A guitarra do Randy é preta com bolinhas brancas. A minha é preta com bolinhas cor-de-rosa. 

Que temas abordam as suas canções? Os Slayer, banda de trash metal, dedicam-se a questões satânicas embora os seus membros sejam cristãos praticantes. Podem-se dissociar as convicções religiosas das performances artísticas sem cair na hipocrisia? 

Não acho que os Slayer sejam hipócritas por serem cristãos e as suas letras falarem de temas satânicos. A criatividade não pode ser limitada por certos temas ou por outra restrição. Como compositora, quero sentir-me sempre livre para falar sobre o que eu quiser. Música e lírica são arte. Os temas são variados. Mas eu e a minha banda não vendemos a morte. Evitamos temas satânicos, não por motivos religiosos, mas porque não nos atraem. Eu prefiro a vida, mesmo quando escrevemos crítica social. Prefiro a luz, e não as trevas. 

Como se juntou ao Spectrus? 

Spectrus foi muito importante na primeira leva de bandas de heavy metal no Brasil, nos anos 80, uma era de pioneirismo, onde nada existia em termos de metal. Algumas dessas bandas ganharam o mundo, como os Sepultura. Outras tornaram-se de culto, como os Sarcófago. Alguns dos meus irmãos tocaram nesta banda. Spectrus já acabara a carreira há muitos anos quando a Metal Soldiers Records, de Portugal, lançou um álbum de tributo ao Spectrus, gravado pelos Prellude. O vocalista do Spectrus pensou reactivar a banda e convidou-me para esse reviver, em 2012. Nessa altura, dedicava-me à Psicologia e há seis anos que não tocava, mas aceitei. 

Porque deixou o Spectrus e qual é o seu novo projecto? 

Diferenças profissionais. Toco agora numa nova banda que esperamos lançar em 2016. Estamos concentrados nas músicas para o nosso primeiro álbum. Esperamos tocar em todo o mundo, sobretudo em Portugal.

Além de Randy Rhoads, quem são os seus artistas de referência? 

Randy Rhoads foi o primeiro músico que me impressionou com a fusão entre música erudita e o heavy metal. Indirectamente, mudou a minha vida. Jimi Hendrix [1942-1970] e Paco de Lucía [1947-2014] são outras grandes influências. Yngwie Malmsteen [multi-instrumentista sueco] também: tem a ver com a minha ligação à música erudita, sobretudo a barroca, e a compositores como Bach, Corelli, Handel. Sou ecléctica. 

Como vê a crise dos refugiados, a incapacidade de os países islâmicos saírem de regimes ditatoriais e a sua recusa em aceitarem a separação entre Estado e religião? 

Vejo a sociedade global a entrar numa convulsão previsível porque se organizou de forma insustentável e canibal. A crise dos refugiados tem origem na extrema exploração da miséria, na violência e nos conflitos resultantes desta exploração. A ligação entre Estado e religião no Médio Oriente é útil para a supremacia de um grupo político selecto que tenta perpetuar o poder, já que verdadeiramente nenhum país da região tem qualquer tipo de governo islâmico. As suas interpretações do Islam são sempre adaptadas às necessidades dos governantes. Regimes ditatoriais são excelentes para propiciar as relações entre corrompidos internos e corruptores externos.






Instituto Jesus Missionário dos Pobres fundado por Padre de Cajazeiras comemora 30 anos com mega-show


O instituto foi fundado em 1985 na Terra do Padre Rolim e vai comemorar 30 anos de história com uma programação especial para a população.

O Instituto Jesus Missionário dos Pobres comemora no próximo dia 29 de Novembro 30 anos. Para comemorar a data, o irmão João Batista anunciou uma programação especial para cidade de Cajazeiras. O instituto foi fundado em 1985 na Terra do Padre Rolim pelo Monsenhor Gervásio Queiroga. 

De acordo com o religioso será realizado um show beneficente com o cantor Zé Vicente, bastante conhecido por louvar a Deus. João Batista explicou que o cantor já fez parte da família espiritual como vocacionado. “Agora ele vem abrilhantar o evento com um grande show”.

O religioso disse que o show ocorrerá na frente do instituto, que fica localizado à Rua Padre Ibiapina, Centro de Cajazeiras, na primeira parte do antigo Colégio Diocesano (Fafic), logo após a celebração às 18h. João Batista convidou a população de Cajazeiras e toda Diocese a participar do importante evento, especialmente os ex-alunos do instituto cajazeirense.

O ano de 1985 é considerado o ano fundacional. Aos 31 de maio, em viajem de serviço de Brasília (DF) a Paracatu (MG), o Padre Gervásio Fernandes de Queiroga, assessor jurídico-canônico da presidência Nacional dos bispos do Brasil, percebendo a extrema pobreza dos habitantes daquela região. Decide iniciar um grupo de jovens que aspirassem ao discipulado e à missão aos mais pobres, sob os patrocínios de São Francisco, de Santa Teresinha do Menino Jesus e de São Vicente de Paulo.

A adesão do primeiro jovem àquela ideia, João Vidal Filho, então seminarista da diocese de Patos (PB), se deu na noite do dia 07 de Dezembro, providencialmente já solenidade da Imaculada Conceição de Maria, Padroeira Principal da Somep. Este fato é considerado e, ainda hoje, celebrado como “evento fundante” do IJMP.





Cresce o número de pastores que veem islamismo e cristianismo como religiões semelhantes


O surgimento de uma vertente apelidada de “crislamismo”, que enxerga o cristianismo e o islamismo como religiões “semelhantes” levou o instituto LifeWay Research a fazer uma pesquisa com pastores e descobrir quantos deles são simpáticos a essa interpretação.

O resultado surpreendente mostrou que 17% dos pastores protestantes dos Estados Unidos são propensos a relacionar as duas crenças. 

O relatório do LifeWay Research considera o “segmento pequeno, mas crescente”, e chama atenção para o fato de que há cinco anos, o número de líderes evangélicos com essa visão era de 9%.

“Para entender os dados, você tem que entender que os pastores protestantes não são de uma mente. E mentes estão mudando em mais de uma direção”, afirmou Ed Stetzer, diretor executivo da LifeWay Research, lembrando da heterogeneidade teológica existente no meio protestante.

“Além disso, é importante notar que, enquanto pastores parecem estar cada vez mais familiarizado com o islamismo, a mesma grande maioria reconhece diferenças inconfundíveis entre a religião muçulmana e o cristianismo”, pontuou Stetzer, segundo informações do Gospel Herald.

A pesquisa, realizada com um grupo de 1.000 pastores, também descobriu que 50% dos entrevistados entendem que o islamismo “promove a caridade”. Na pesquisa de cinco anos atrás, esse número era de 33%.

32% dos pastores descreveram o islamismo como “espiritualmente bom”, número bem acima dos 19% registrados no levantamento anterior; enquanto 24% descrevem a religião como “tolerante”, contra 16% que manifestaram essa opinião na outra pesquisa.

No entanto, quando perguntados qual das descrições mais populares está mais perto de suas crenças, 59% dos pastores evangélicos apontaram a descrição do pastor Franklin Graham, que a define como “uma religião muito má”.


A pesquisa engloba o contexto do crescente número de norte-americanos que adotam o islamismo como religião, e a consequente popularização de discursos que se diferem daqueles adotados pelos extremistas do Oriente Médio e da África.




Religião e Magia no Egito antigo






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