sábado, 27 de fevereiro de 2016

Semtcas promove debate ecumênico no Teatro do Boi


O debate contribui para a superação da discriminação das religiões.

Foi realizado na manhã da sexta-feira (26/02) o Debate Ecumênico, organizado Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH), que é vinculado à Secretaria Municipal do Trabalho, Cidadania e de Assistência Social (SEMTCAS). A segunda edição do encontro ocorreu no Teatro do Boi, zona Norte de Teresina, e contou com a presença de representantes de religiões e denominações religiosas, bem como instituição que atuam na área, como OAB, Ministério Público, instituições de ensino superior, SASC, entre outros.


“Com essa importante ação, nós conseguimos promover e contribuir para a superação da intolerância e discriminação das religiões. Foram convidados representantes de várias denominações, com a presença de todas elas. Um momento de intenso respeito e compreensão das características de cada religião, a fim de contribuir com a diminuição dos índices de violência dita silenciosa, aquela que agride não fisicamente, mas, por atos, gestos, palavras discriminatórias, comportamentos que ferem o direito do outro”, pontuou Deusa Fernandes, coordenadora do CRDH.

No Debate a presença da Igreja Batista do Mafrense, da Igreja da Comunidade Metropolitana de Teresina, da Igreja Messiânica Mundial do Brasil, da Igreja Católica, da Federação Espírita, da Igreja Céu de Todos os Santos (Santo Daime), da Umbanda, do Candomblé e do Paganismo. O encontro foi mediado pela professora Francisca Verônica, que é doutora em Antropologia.

Durante o Debate foram exibidos dois vídeos, sendo um mini-documentário, mostrando os índices populacionais em todo o mundo e suas diferenças, seja por etnia, por cultura, por religião e por demais eixos.

“Com esse Debate oferecemos um meio para a construção de formas de convivência, que reconheçam as diferenças e assegurem o respeito à história, ao desenvolvimento, à identidade, à memória, à religiosidade e crença de cada pessoa, grupo social, povo, etnia e cultura. E isso se consegue por meio do diálogo, da troca de conhecimentos e da promoção dos direitos humanos”
, pontuou Deusa.




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