sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Sudário é tema de exposição internacional em Blumenau

Um dos mistérios que mais intriga a humanidade contará com uma exposição no Shopping Park Europeu, em Blumenau, entre os dias 5 de fevereiro e 9 de março. 

Trata-se da mostra internacional: "Quem é o Homem do Sudário?", que traz pela primeira vez à Santa Catarina objetos e explicações científicas sobre o manto que supostamente teria envolvido Jesus Cristo após sua morte. 

A visitação é gratuita e pode ser realizada de segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos das 14h às 20h. O Shopping também irá disponibilizar visitas guiadas para grupos, que podem ser agendadas no Espaço Cliente pelo telefone (47) 3039-1935.

A visita à exposição, além de uma aula sobre os mistérios do Sudário, é uma verdadeira experiência sensorial. Os visitantes entrarão em um cenário cuidadosamente projetado para remeter à gruta de Jerusalém onde o Homem do Sudário realizou sua primeira missa. 

Dividido em cinco etapas, a mostra conta com um fac-símile do manto sagrado, que é exposto em Turim, na Itália, além de réplicas dos pregos, dos flagelos, da coroa de espinhos e das moedas colocadas sobre os olhos do Homem do Sudário.

Além disso, estudos sobre o lençol sepulcral estarão expostos em mais de 30 painéis, que também trazem informações sobre o percurso histórico. Um holograma em 3D, feito pelo cientista holandês Petrus Soons e produzido em raio laser, reproduz em tamanho natural a tumba com a escultura de bronze.

O Sudário

Estudado pela religião e pela ciência, o Sudário de Turim intriga a humanidade pela sua complexidade e pela sua possível relação com a passagem bíblica relacionada à Paixão de Cristo. Desde o século 16, mais de 40 cientistas, entre eles arqueólogos e médicos forenses, já empenharam mais de 200 horas de trabalho em pesquisa sobre o Sudário.

As descobertas revelam que as marcas de sangue presentes no lençol apontam que a pessoa que foi enrolada por ele era um homem na faixa dos 37 aos 39 anos, possuía entre 1,75m e 1,80m de altura e era de raça semítica. 

Além disso, é possível notar perfurações na cabeça, marcas deixadas por uma possível coroação de espinhos. Mas uma das características mais intrigantes do Sudário é o fato de não haver marcas de decomposição vindas de uma possível degeneração do corpo do cadáver. 

De acordo com as pesquisas, o tecido ficou em contato com as manchas de sangue por um período de até 40 horas.





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