quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Loja Maçônica inclui nome de Edir Macedo entre os “110 maçons ilustres”



A Igreja Universal nega que seu fundador integre a fraternidade que forma uma sociedade discreta e cercada de especulações.

A inserção do nome do bispo Edir Macedo numa lista de “110 maçons ilustres” levou a Igreja Universal do Reino de Deus a se posicionar sobre o assunto, negando que seu fundador integre a fraternidade que forma uma sociedade discreta e cercada de especulações.

Uma nota publicada no portal da denominação diz que a lista divulgada no site da “Loja Maçônica Mestre Chico Abílio n. 4246” é mentirosa, e que a denominação realizou uma “notificação extrajudicial” solicitando a retirada do nome de Edir Macedo da lista de “maçons ilustres”.

A lista publicada em formato PDF também inclui o nome do pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Anteriormente, Malafaia já havia negado que fosse membro da maçonaria.

“A Igreja Universal do Reino de Deus notificou a “Loja Maçônica Mestre Chico Abílio n. 4246”, do Estado do Piauí, para que o nome do bispo Edir Macedo seja retirado, no prazo de 24 horas, de uma lista intitulada “Maçons do Brasil, 110 Maçons Ilustres do Grande Oriente do Brasil”. 

O documento, publicado no portal da instituição, incluiu, mentirosamente, o bispo Macedo na relação de membros do grupo. 

De acordo com a Notificação Extrajudicial, a propagação da informação de que o líder da Universal seria maçom ‘causa danos à sua imagem e honra perante seus fiéis, diante da incompatibilidade das filosofias pregadas’ pela Igreja Universal e a Maçonaria”, diz o texto publicado no site oficial da denominação.

O bispo Edir Macedo é atualmente o maior vendedor de livros do Brasil, com a trilogia autobiográfica: “Nada a Perder”, coescrita com o jornalista Douglas Tavolaro e publicada pela editoral Planeta.

Proprietário da Rede Record, o bispo fundador da Igreja Universal foi considerado o líder religioso brasileiro mais rico do país pela revista Forbes, com patrimônio pessoal estimado em aproximadamente US$ 1 bilhão.




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