sexta-feira, 19 de junho de 2015

Cristãos têm de escolher Jesus ou sua família na Argélia


Ser cristão no país pode custar a convivência social e familiar.

Na Argélia, país ao norte da África onde 97% da população se declara muçulmana, se converter ao cristianismo pode representar o fim das relações sociais e familiares. 

Por lá, quem escolhe seguir a Cristo muitas vezes é confrontado a fazer uma opção: continuar a conviver com seus familiares ou continuar na nova religião. Foi isso que aconteceu com Hassina e seu esposo Djamel (nomes fictícios usados por motivos de segurança) que se tornaram cristãos após assistirem um programa de TV. “Os programas que eles transmitem me deram uma visão diferente sobre Deus e sobre o significado da vida”, disse ela.

O marido de Hassina também se interessou pela mensagem e entrou em contato através do telefone para conhecer mais sobre a religião. Um líder da igreja local visitou o casal e respondeu as dúvidas deles a respeito de Deus, fé e salvação. 

“Eu imediatamente orei expressando a minha fé em Jesus e meu desejo em segui-lo. Quando fiz isso, senti como se Deus tivesse me salvado de um poço profundo e experimentei profunda paz em meu coração”, disse Hassina.

Mas ao comentar com seus pais sobre a mudança de religião ela foi intimada a fazer uma escolha e no final optou por seguir a Cristo. “Eu não podia negar a Cristo. E, quando dei esta resposta, meu pai me mandou sair de casa”.

A história desse casal foi relatada no site Portas Abertas e assim como esta existem muitas outras de novos convertidos que são obrigados a se afastarem de suas famílias por conta da religião. 

“Os novos cristãos do Norte da África enfrentam consequências difíceis ao seguirem a Cristo”, diz nota do site pedindo oração para esses nossos irmãos que sofrem pressão pela escolha.




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